Assinar
Desde 2003 servindo a Igreja

Emblema Nobre

emblema-nobre

Escudo do Pe. Allan Donald Hood, KHS condecorado com a cruz da Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro de Jerusalém

Escudo do Pe. Allan Donald Hood, KHS condecorado com a cruz da Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro de Jerusalém

As cruzes de ordens nobres são concedidas também a cardeais e bispos e tais condecorações, em particular aquela da Ordem de Malta, do século XVII, figuram como ornamentos exteriores, geralmente de lado e saliente, nos quatro lados do escudo dos prelados.

O uso do emblema nobre na Heráldica Eclesiástica figura regulamentado com o decreto da Sacra Congregação Concistorial de 15 de janeiro de 1915, onde, entre outros, se prescreve que são permitidas especialmente a cruz da Ordem Soberana Militar de Malta e da Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro de Jerusalém.

Ressaltamos que a Ordem de Malta é uma ordem religiosa, enquanto a Ordem do Santo Sepulcro é classificada como ordem de sub-colações por delegação apostólica e é posta sobre a proteção da Santa Sé, a par da Ordem Teutônica.

Por outro lado, lembramos que, se em 1951 era consentido timbrar os escudos eclesiásticos com coroas nobres, tal ornamento exterior desapareceu por força do decreto da Sacra Congregação Concistorial de 12 de maio de 1951. Esta veta a todos os ordenados a autorização para usar títulos nobres, coroas e outros signos seculares nos próprios selos, brasões, e também quando fossem enegrecidos à sede dos arcebispos e bispos. Antigamente, com o decreto da Sacra Congregação Concistorial de 15 de janeiro de 1915, se proibiam, apenas as coroas nobres próprias da família do prelado, mantendo, por outro lado, nos escudos daqueles enegrecidos pela respectiva sede do bispo ou arcebispo.

As coroas timbravam os escudos eclesiásticos, seja de quem tinha “pro tempore” feudos eclesiásticos, ou feudos de origem imperial, seja de quem provinha de família titular. Anotemos, a tal ponto, que no “Triveneto” os bispos titulares reconheciam a Consulta Heráldica do Reino da Itália como: Bispo de Belluno e Feltre, Conde; Bispo de Padova, Conde de Piove di Sacco; Arcebispo de Trento, Príncipe, Alteza Reverendíssima; Bispo de Treviso, Duque, Marquês, Conde; Arcebispo de Udine, Marquês de Rosazzo; Bispo de Vicenza, Duque, Marquês, Conde. Por outro lado, o título de Príncipe, de uso comum, foi usado e empregado por falta de provimento da parte da Consulta Heráldica do Reino da Itália, para o Bispo de Bressanone (ora Bolzano – Bressanone) e para o Arcebispo de Gorizia (Corpo della Nobiltà Italiana (a cura di Italo Quadrio), Famiglie Nobili delle Venezie, Udine 2001.).

É oportuno, a tal ponto, evidenciar que diversas dioceses, capítulos, confraternidades, monastérios, hospitais, enquanto instituições eclesiásticas possuidoras de brasão próprio, na maior parte, ainda utilizam-se das coroas.

Por sua vez, os capacetes e elmos não deveriam figurar na Heráldica Eclesiástica. Contudo, a liberdade dos artistas, representaram-nos muitas vezes, especialmente sobre os escudos episcopais.

Monte seu quadro!

Personalize e MONTE O QUADRO de seu brasão com qualidade! aglargon.onlinequadros.com.br

Selado pelo CMHEB

Reconhecido pelo STACHB

 

Aprovação Eclesiástica & NFe

O único com Aprovação Eclesiástica, Assessoria de um Padre, e Oficialmente registrado com NFSe